O Blog
Luiz Domingos de Luna
Livro Digital – Google.
Um bom livro
Em suas mãos
Páginas a folhear
Celulose sem gastar
Meio de comunicação
Depende de sua atuação
Para credibilidade conquistar
É também uma revista
Um canal de uma pista
Nunca vai poder parar
A história nele passa
Depende da argamassa
De volume bem dosado
Pois o olhar do outro lado
Diz se já foi visitado
Ou ainda vai visitar
Não dá para prender
Nem serve para vender
Nem para ser alugado
O seu preço é qualidade
Que depende do leitor
Que estabelece o valor
Do material postado
Nasce no novo mundo
Vive enclausurado
Na tela bem amarrado
Percorre em um segundo
A fronteira do infinito
A força de seu grito
Em horizonte firmado
Conduzindo com intensidade
A fórmula da liberdade
De um universo colado
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Continuação de Poesias Sociais
A Origem
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Consultei Adão
Lá no paraíso
Num largo sorriso
De Pura razão
A Origem Adão?
Ele ficou mudo
- A origem de tudo
Sim, uma explicação.
- Um edifício em construção
Sem Deus não há base
É tudo um quase
É o começo do Tombo
Uma explosão, um estrondo.
Seres humanos, na fase.
Queda da civilização!
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Consultei Adão
Lá no paraíso
Num largo sorriso
De Pura razão
A Origem Adão?
Ele ficou mudo
- A origem de tudo
Sim, uma explicação.
- Um edifício em construção
Sem Deus não há base
É tudo um quase
É o começo do Tombo
Uma explosão, um estrondo.
Seres humanos, na fase.
Queda da civilização!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Continuação - Poesias sociais
Paraíso
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Conversei com Eva
Lá no paraíso
Não tinha sorriso
Parecia tristonha
Não tinha vergonha
Buscava liberdade
Não tinha saudade
Então lhe indaguei
-Qual a dor do seu grito?
-Viver em conflito
Passar ou não?
Para a próxima geração.
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Conversei com Eva
Lá no paraíso
Não tinha sorriso
Parecia tristonha
Não tinha vergonha
Buscava liberdade
Não tinha saudade
Então lhe indaguei
-Qual a dor do seu grito?
-Viver em conflito
Passar ou não?
Para a próxima geração.
domingo, 11 de janeiro de 2009
Continuação - Poesias Sociais
Aos Seres Humanos
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
Continuação - Poesias Sociais
Espaço de Luz!
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Uma idéia nasceu
Percorreu o espaço
Sinto o que faço
Já não sou eu
A obra que rola
Na esfera social
No arremate final
Parece uma bola
Cada chute uma pancada-
O Público já analisou
Pois, ele é sempre o senhor.
Da obra que foi criada.
Estrada corrente de dor
Cada letra uma pisada
Toda linha esmagada
Na lógica do leitor
O Conjunto é uma esfera
De vértice quebrado
Ou tem giro acelerado
Ou o motor emperra
Passar no crivo social
Num filtro bem condensado
Na página, tela, lixo ou lado.
O Poema tem seu final.
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Uma idéia nasceu
Percorreu o espaço
Sinto o que faço
Já não sou eu
A obra que rola
Na esfera social
No arremate final
Parece uma bola
Cada chute uma pancada-
O Público já analisou
Pois, ele é sempre o senhor.
Da obra que foi criada.
Estrada corrente de dor
Cada letra uma pisada
Toda linha esmagada
Na lógica do leitor
O Conjunto é uma esfera
De vértice quebrado
Ou tem giro acelerado
Ou o motor emperra
Passar no crivo social
Num filtro bem condensado
Na página, tela, lixo ou lado.
O Poema tem seu final.
Continuação - Poesias Sociais
A Miragem
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
É muito fácil observar
A presilha dos seres humanos
Sentidos, prazeres, desenganos.
Uma paisagem a embelezar
Tudo parece um sonho
Emoções sentimentos
Um corpo lançado ao vento
Na busca de um mundo risonho
Cada um num carrossel a girar
O filme da vida pontuando
O Futuro ao presente ocupando
O Passado a história registrar
A maquina humana em movimento
Os líquidos internos em plena ação
Uma desordem que vai parar-Pena
Deixar a cadeira, para outro ocupar.
É um show com tempo determinado
É Viver plenamente a emoção?
É A razão e emoção conjuntamente
Ou o grande parque da Ilusão ?
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
É muito fácil observar
A presilha dos seres humanos
Sentidos, prazeres, desenganos.
Uma paisagem a embelezar
Tudo parece um sonho
Emoções sentimentos
Um corpo lançado ao vento
Na busca de um mundo risonho
Cada um num carrossel a girar
O filme da vida pontuando
O Futuro ao presente ocupando
O Passado a história registrar
A maquina humana em movimento
Os líquidos internos em plena ação
Uma desordem que vai parar-Pena
Deixar a cadeira, para outro ocupar.
É um show com tempo determinado
É Viver plenamente a emoção?
É A razão e emoção conjuntamente
Ou o grande parque da Ilusão ?
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Continuação de -- Poesias Sociais
Meu Pai
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Posso chamar de Pai
A Vida ele me deu
Na construção do meu eu
O respeito vem e vai
Fica a recordação
Do lindo ensinamento
O Meu sentimento
Sempre no coração
Na selvageria social
A Bondade ele expressa
Uma vida que começa
Ao primeiro sinal
Difícil civilidade
Implantar na geografia
Serenidade e sabedoria
No Opaco olhar da cidade
Oh! Ingrata geração
Para dar alinhamento
O Brilho do Conhecimento
O Pulsar da gratidão
Caldo cultural deficiente
Espaço rústico de dor
Cuidai mestre, Meu Senhor
Na seleção da semente
Viajaste hoje ao mundo celestial
A Paz e o ensinamento
Quebrando sempre correntes
Plantando boas sementes
Num mundo desigual
Luiz Domingos de Luna
Livro digital - Google
Posso chamar de Pai
A Vida ele me deu
Na construção do meu eu
O respeito vem e vai
Fica a recordação
Do lindo ensinamento
O Meu sentimento
Sempre no coração
Na selvageria social
A Bondade ele expressa
Uma vida que começa
Ao primeiro sinal
Difícil civilidade
Implantar na geografia
Serenidade e sabedoria
No Opaco olhar da cidade
Oh! Ingrata geração
Para dar alinhamento
O Brilho do Conhecimento
O Pulsar da gratidão
Caldo cultural deficiente
Espaço rústico de dor
Cuidai mestre, Meu Senhor
Na seleção da semente
Viajaste hoje ao mundo celestial
A Paz e o ensinamento
Quebrando sempre correntes
Plantando boas sementes
Num mundo desigual
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